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Ser mãe na Era digitalsss

Eu sou uma mãe em plena Era digital!

E vc?

Tenho facilidade em lidar com este movimento pois, além de ser psicologa e lidar com o comportamento humano, particularmente me interesso pelo Universo materno, infantil e tecnológico.

Como tenho três filhos, em um período de sete anos atrás, percebo a influência avassaladora da tecnologia no desenvolvimento das crianças.

Há sete anos atrás, minha filha, não era tão ligada como hoje o meu bebê de uma ano e meio é, a facilidade  e a desenvoltura em usar o touch screen no celular e no tablet é estarrecedor.

É importante manter-nos antenadas para poder acompanhar e orientar as nossas crianças, nesta trajetória tecnológica que tendo só a aumentar.

Algumas mães fazem uso de aplicativos, para administração do tempo, organização da casa, agenda, entre outras funções conforme a necessidade.

O uso da internet como fonte de informação para buscar alternativas na educação dos filhos, sugestões de brincadeiras, troca de informação, rede sociais, entre outras “cositas”.

Possibilidade de programar utensílios, como por exemplo uma máquina de fazer pão, despertador para não perder o horário da medicação ou sair pra trabalhar, entre outras funcionalidadesssss.

Alerta para as Redes Sociais, que algumas mamães se prejudicam, com relação a administração do tempo, as diversas atividades do dia a dia, porque não consegue desgrudar da rede, então, assim como temos que ter equilíbrio e bom senso quando falamos em criar nossos filhos, isso começa com o nosso exemplo.

Delimitar limites com relação ao conteúdo utilizado e o tempo, devem ser estipulados, para que as atividades manuais, brincadeiras, momento com a família façam parte da rotina diária.

Adoraria saber como você faz uso da tecnologia na sua vida!

Um super abraço e até o próximo post!maternidade e teconologia.jpg

 

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Isso é viver…!

Para a criança cada dia é vivido como único e aproveitado plenamente.

Alguns lutam contra o sono, não querendo dormir, para não perder tempo e brincadeiras.

E quando começam a entender, a questão do tempo, acabam achando que quando tiverem 10 anos, irá poder ter celular, quando tiver 15 anos vai poder namorar, quando tiver 20 vai poder passear sozinho, e quando tiver 25 vai poder ter seu próprio carro e quando tiver 30 vou comprar minha casa e quando tiver 35 anos, vou casar e assim vai…

A vontade de querer crescer para poder fazer coisas que não podem ser feitos quando criança, causa uma expectativa e por diversas vezes nos questionam para saber, quando poderão fazer algo que hoje não podem.

Quem determina o tempo, a idade, as permissões, é baseado nas experiências da vida, a rotina, o bom senso dos pais ou responsáveis e o histórico familiar e o ambiente também influenciam diretamente.Por exemplo qual a idade que você deixou ou deixará o seu ter um tablet?

Com 4 anos a criança lê ou sabe manusear?

Se interessa por jogos eletrônicos?

Fica quieto e para de mexer em tudo?

Fica por horas entretido jogando!

Então, a primeira pergunta a se fazer sobre a liberação do tablet, qual é a sua intenção quanto a utilização por uma criança.

É importante que a criança explore o meio em que vive, brinque, caia, levante e seja estimulado.

O fato que os pais colocam a falta de tempo como empecilho para não ficar mais tempo com os filhos, para alguns é verdade e para outros desculpa, pode fazer com que a liberação do aparelho se torne vício e a criança perde o encanto em outras atividades que não seja as do tablet.

Se a criança já apresenta interesse por eletrônicos, o que hoje é muito mais comum, os pais e responsáveis devem limitar o tempo de utilização para que não atrapalhe a rotina.

Fique alerta ao excesso da utilização que é crescente o vício em jogos e internet  entre crianças e adolescentes.

Equilíbrio quando se trata de educação é a melhor opção e apresente o mundo que você gostaria que seu filho conhecesse e lembre-se que é a partir dos pais e responsáveis que a criança conhece o mundo.

Um abraço fraterno